POESIAS E PROFECIAS DAS NOITES- by Manuzinha
Noite boa...
Surpresas...
Noites brancas, almas brancas...
Lições de vida de desconhecidas... Aliás, não mais tão desconhecidas assim.
Gente nova... Que também já não é mais nova, mas que continua sendo gente boa; que entra pra nossa memória; que a gente quer que continue.
Andar reparando na vida dos outros, e fingir que se está fazendo antropologia!
Teatro de rua. Música de rua. Miséria de rua.
Surpresas...
Noites brancas, almas brancas...
Lições de vida de desconhecidas... Aliás, não mais tão desconhecidas assim.
Gente nova... Que também já não é mais nova, mas que continua sendo gente boa; que entra pra nossa memória; que a gente quer que continue.
Andar reparando na vida dos outros, e fingir que se está fazendo antropologia!
Teatro de rua. Música de rua. Miséria de rua.
Gente de rua. Gente na rua.
Nós também estamos na rua.
E é bom estar na rua. É quando vemos o que acontece.
E é bom estar na rua. É quando vemos o que acontece.
...
Um anjo descendo do prédio por uma bandeira do Brasil.
Um anjo descendo do prédio por uma bandeira do Brasil.
Bênçãos muitas!! Muito axé para todos nós...
Bolas brancas caindo para clarear a noite escura...
Um mendigo agradecendo uma senhora por ganhar uma das tais bolas. Fui testemunha desta cena.
Conversa no metrô com desconhecidos que não podem revelar suas identidades por questões éticas. Sim, alguém ainda conhece o significado desta palavra!
Cachaça, gelo, açúcar e limão. Sacode, sacode, sacode.
Bolas brancas caindo para clarear a noite escura...
Um mendigo agradecendo uma senhora por ganhar uma das tais bolas. Fui testemunha desta cena.
Conversa no metrô com desconhecidos que não podem revelar suas identidades por questões éticas. Sim, alguém ainda conhece o significado desta palavra!
Cachaça, gelo, açúcar e limão. Sacode, sacode, sacode.
“Pronto, senhora!”
Gente olhando a dança dos outros.
Gente dançando para os outros.
Gente dançando para um outro.
Licenças poéticas!!
Mistura de gentes, de raças, de sotaques, de identidades. Mistura boa.
Ônibus corrido, sem saber bem para onde se vai.
Sorriso meio de lado, meio cansado, mas que resume o que se sente:
“Porque parou, parou por quê?”
Queijo de coalho a R$1,50.
Reencontro da nobre senhora que tem muito a ensinar, com as jovens meninas com muito a aprender.
Aprendi muito.
Com ela, com cada pessoa que cruzou comigo, e sozinha.
Voando alto na van, volto pra casa com o pensamento nos ares, sem sair do trajeto castelo- linha vermelha- casa.
Vista do Fundão.
“Quase lá.”
Mc Donald's.
“Se der pra parar um pouco antes do próximo ponto, eu agradeço.”
“Boa noite.”
Em verdade acho que deveria ter sido bom dia.
Conhecidos novos lugares, novos movimentos; aprende-se a falar, ou pelo menos a pensar um pouco mais sobre eles.
É na rua que nos inventamos. Que somos o que queremos ser.
Mas ainda assim somos nós.
Talvez um outro lado que descobrimos a cada ida à rua.
E que, aliás, podemos reinventar.
Mas não havia invenção ou reinvenção. Talvez descoberta.
Era eu mesma!
Com o mesmo axé forte pra maluco.
Com a mesma vontade de estar ali.
Com as mesmas roupas de sempre.
Com o mesmo “será que é comigo?” em mente.
Torcendo pro tempo não passar, e pra noite não acabar.
Porque afinal noites brancas são raras.
Então não conheci só lugares novos e novas pessoas, mas antes disso me reconheci! Porque descobri que sou cada uma daquelas pessoas; e estou presente em cada uma também.
Que venham outras noites, de todas as cores, com todos os cheiros, e todos os sabores...
Gente olhando a dança dos outros.
Gente dançando para os outros.
Gente dançando para um outro.
Licenças poéticas!!
Mistura de gentes, de raças, de sotaques, de identidades. Mistura boa.
Ônibus corrido, sem saber bem para onde se vai.
Sorriso meio de lado, meio cansado, mas que resume o que se sente:
“Porque parou, parou por quê?”
Queijo de coalho a R$1,50.
Reencontro da nobre senhora que tem muito a ensinar, com as jovens meninas com muito a aprender.
Aprendi muito.
Com ela, com cada pessoa que cruzou comigo, e sozinha.
Voando alto na van, volto pra casa com o pensamento nos ares, sem sair do trajeto castelo- linha vermelha- casa.
Vista do Fundão.
“Quase lá.”
Mc Donald's.
“Se der pra parar um pouco antes do próximo ponto, eu agradeço.”
“Boa noite.”
Em verdade acho que deveria ter sido bom dia.
Conhecidos novos lugares, novos movimentos; aprende-se a falar, ou pelo menos a pensar um pouco mais sobre eles.
É na rua que nos inventamos. Que somos o que queremos ser.
Mas ainda assim somos nós.
Talvez um outro lado que descobrimos a cada ida à rua.
E que, aliás, podemos reinventar.
Mas não havia invenção ou reinvenção. Talvez descoberta.
Era eu mesma!
Com o mesmo axé forte pra maluco.
Com a mesma vontade de estar ali.
Com as mesmas roupas de sempre.
Com o mesmo “será que é comigo?” em mente.
Torcendo pro tempo não passar, e pra noite não acabar.
Porque afinal noites brancas são raras.
Então não conheci só lugares novos e novas pessoas, mas antes disso me reconheci! Porque descobri que sou cada uma daquelas pessoas; e estou presente em cada uma também.
Que venham outras noites, de todas as cores, com todos os cheiros, e todos os sabores...
Noites poéticas. Noites proféticas.
Onde se vê como o povo é rimado, ainda que tão diferente.
Noites coloridas, almas coloridas...
Noites coloridas, almas coloridas...
Noites de todos!

2 Comments:
At 07:46,
Anônimo said…
Ai, Manu, o texto tá lindo, poético, não tenho o que tirar nem pôr nada aí!!! A noite foi bastante inspiradora, não??? Rsss...
Té mais, Louise!!! Bjoks...
At 08:48,
Anônimo said…
manu by night! rsrsrsrs!!!
tá se amarrando nas noitadas, né?
quero só ver seu pique! rsrsrsrs!!!
outras virão, e servirão d inspiração para esses posts...
bjooooooooo pras duas!
Postar um comentário
<< Home